
Se você conversar com qualquer pessoa que já construiu ou reformou em Pouso Alegre, é quase certeza que ouvirá uma história de terror sobre serralheria. “O portão ficou torto”, “O serralheiro pegou o sinal e sumiu”, “A solda quebrou na primeira semana”. Infelizmente, o mercado de construção civil ainda sofre com muito amadorismo.
Contratar serviços de serralheria não é como comprar um produto pronto na prateleira; é uma prestação de serviço que exige técnica, engenharia e, acima de tudo, honestidade. Um portão basculante ou um mezanino mal feitos não são apenas feios, eles colocam a segurança da sua família e do seu patrimônio em risco.
Neste artigo franco e direto, nós da Serralheria em Pouso Alegre vamos revelar os bastidores da profissão. Vamos listar os 5 erros mais comuns que os clientes cometem na hora de fechar negócio e te ensinar a identificar os sinais de alerta antes de assinar o cheque. O seu dinheiro é suado demais para ser desperdiçado com aventureiros.
Este é o campeão de reclamações. O cliente faz três orçamentos: dois dão R$ 3.000,00 e um dá R$ 1.800,00. O cliente, querendo economizar no final da obra, fecha com o de R$ 1.800,00 achando que fez o negócio do século.
A realidade: Milagres não existem na metalurgia. O aço é uma commodity com preço fixado em dólar. Se o preço está muito baixo, o material foi sacrificado. O serralheiro “barateiro” provavelmente vai usar chapas de aço extremamente finas (bitolas altas, como chapa 22 ou 24), que são impróprias para portões pesados.
A consequência: Em menos de seis meses, o portão começa a “embarrigar” (envergar), as soldas trincam com a vibração do motor e a estrutura fica frágil contra arrombamentos. O barato sai caro quando você precisa contratar um profissional sério para refazer o serviço do zero.
Como evitar: Não compare apenas o preço final. Pergunte: “Qual a bitola do material que você vai usar?”. Exija que isso esteja escrito no orçamento.
Pouso Alegre não tem maresia, mas tem umidade e chuvas intensas. Um erro clássico é contratar um serviço feito em “ferro preto” (aço comum sem tratamento) apenas pintado superficialmente.
A realidade: A pintura, por melhor que seja, pode ter micro-falhas. Se o aço por baixo não for tratado, a ferrugem começa a comer o metal de dentro para fora. Quando você vê a bolha na tinta, a estrutura já está podre.
A consequência: Você terá um portão que precisa ser lixado e pintado todo ano, gastando tempo e dinheiro com manutenção eterna.
Como evitar: Exija Aço Galvanizado. A galvanização é uma blindagem química de zinco que protege o aço por décadas. Na nossa serralheria, por exemplo, 100% dos tubos e chapas são galvanizados de usina. Pergunte explicitamente: “O material é 100% galvanizado ou é ferro comum?”.
Infelizmente, existem golpistas disfarçados de profissionais. O erro do cliente é confiar cegamente e adiantar 50% ou 70% do valor para um “profissional” que não tem endereço fixo, não tem site, não tem CNPJ e atende apenas por um celular pré-pago.
A realidade: O suposto serralheiro pega o dinheiro para “comprar material”, gasta com outras coisas e começa a dar desculpas. “O caminhão quebrou”, “Choveu e não deu para pintar”, até parar de responder o WhatsApp.
Como evitar:
O cliente manda uma foto e pergunta o preço. O serralheiro passa o valor por telefone e fecha negócio. Isso é receita para o desastre.
A realidade: Nenhuma parede é perfeitamente reta. Nenhum chão é perfeitamente nivelado. Se o serralheiro não for até sua casa em Pouso Alegre medir o prumo, o nível e o esquadro, o portão vai ser fabricado com as medidas erradas.
A consequência: Na hora da instalação, começa a “gambiarra”. Quebra-se parede para o portão caber, ou enche-se de massa para tapar buraco. O resultado é um acabamento porco e um portão que trava.
Como evitar: Exija a visita técnica antes de bater o martelo. Um profissional de verdade (como nossa equipe) nunca fabrica nada sem conferir as medidas in loco.
Você comprou um portão, não um monte de ferro solto. O erro aqui é não combinar como será a entrega e a instalação.
A realidade: Muitos aventureiros largam o portão na obra e dizem “agora o seu pedreiro chumba”. Ou fazem a instalação furando canos de água e destruindo o reboco da fachada recém-pintada. Outro ponto crítico é a limpeza: deixar o local cheio de rebarbas de ferro (que furam pneus) e restos de eletrodo.
Como evitar: O contrato deve incluir Fabricação, Pintura de Fundo e Instalação Completa. Pergunte como é feita a fixação (chumbador químico ou mecânico) e se a equipe limpa o local após o serviço.
Serralheria é coisa séria. Um mezanino mal calculado pode cair. Um portão frágil facilita o assalto. Uma grade mal soldada enferruja em meses.
Ao contratar, não busque apenas o menor número na calculadora. Busque quem oferece:
Na Serralheria em Pouso Alegre, nós vendemos mais do que aço; vendemos a certeza de que o serviço será entregue no prazo, com a qualidade combinada e sem surpresas desagradáveis.
Já caiu em algum desses erros ou quer evitar cair no próximo? Toque no botão e peça um orçamento seguro com quem é referência na cidade.